Introdução ao Synfig Studio - Ferramenta de Animação 2D


Transcrição do Vídeo: Introdução ao Synfig Studio
Duração: 03:17


Essa é uma rápida apresentação do Synfig Studio, uma ferramenta de criação de animações 2d.

Com uma interface simples, o Synfig conta com uma variedade de opções para os elementos envolvidos em cena, isso faz com que ele se torne uma ferramenta poderosa, mas com uma curva de aprendizagem considerável.

O Synfig conta com versões para Windows, Linux e Mac OS.
Link do Synfig: http://synfig.org/

Apesar de ter uma vasta documentação e português como opção de idioma na Wiki, pouca coisa foi traduzida.
Link da Wiki: http://wiki.synfig.org/Category:Manual/pt

Mesmo assim, quando falamos de animações mais simples, o processo de criação é bem fácil.



Para exemplificar vamos criar uma animação bem simples.

Em um arquivo vazio, clique na Ferramenta Retângulo e desenhe um retangulo da largura do tela de desenho e altura aproximada ao modelo que você está vendo.

Troque as cores de frente e fundo, no esquema atual temos preto na frente e branco atrás, para isso clique na seta na parte de cima entre a Caixa de Cores. Clique na Ferramenta de Preenchimento, o Balde, e clique no retangulo desenhado, assim ele passa a ser preto.

Clique na caixa de Cor de Preenchimento, que no momento está com a cor preta e escolha um tom de vermelho no diálogo Cores.

Clique na Ferramenta Círculo e desenho um círculo e o posicione dentro do retângulo na extremidade esquerda. Use as alças do centro para mover e do raio para aumentar ou diminuir o círculo.
Com nossa arte pronta já podemos passar para a fase de animação.

Clique no botão Ligar Modo de Edição de Animação, representando por um boneco verde. Ele vai mudar para um boneco vermelho e um contorno vermelho cerca toda a Área de Desenho, isso indica que estamos no modo de edição de animação.

Na Linha do Tempo abaixo clique no meio entre os tempos 0f e 48f, isso é 24f ou seja 1 segundo. A taxa de quadros padrão do Synfig é de 24 quadros por segundo.

Clicando na alça verde no centro do círculo e segurando a tecla Shift para manter o alinhamento, arraste o círculo para a outra extermidade do retângulo.

Clique em 48f e realize o processo contrário levando o círculo de volta ou próximo a sua posição inicial.

Clique no botão Buscar Começo e depois de um play, no Player localizado abaixo da Área de Desenho para ver sua animação funcionando.

Você também pode pré-visualizar a animação clicando no botão Mostrar Diágolo de Definição e Pré-visualização. Clique nele e ajuste a qualidade para 1,00, marque em definições de tempo o checkbox para iniciar tempo e finalizar tempo, ajuste a opção finalizar tempo para 48f. Agora clique no botão Pré-Visualizar.

No diágolo Janela de Pré-visualização você tem um Player, nele clique no botão Laço e dê um play, assim sua animação fica sendo repetida e você pode analisá-la melhor.

Para exportar sua animação como vídeo, clique no botão Mostra Diágolo de Definição de Renderização e configure da seguinte forma:

Salve na sua pasta home como o nome de primeira-animacao, em destino selecione ffmpeg. na parte de baixo do diálogo na Sessão Tempo, edite a duração para 48f. Clique no botão Renderizador para confirmar.

Navegue até o local onde salvou o arquivo e abra-o no seu player de vídeo.

Só para lembrar a intenção desse vídeo é que você conheça o programa e o teste, apenas isso.





Ferramenta Seleção por Cor no Gimp



A Ferramenta de Seleção por Cor no Gimp é bem parecida com a Ferramenta de Seleção Contígua, a Varinha mágica. A principal diferença entre elas é que na Seleção por Cor a seleção é aplicada independente do espaço que exista na imagem, já a Seleção Contígua marca apenas áreas semelhantes e de forma integrada, não pode existir sepação entre os pixels.

No link segue a página sobre a Ferramenta de Seleção por Cor do manual do Gimp: https://docs.gimp.org/2.8/pt_BR/gimp-tool-by-color-select.html 

A Seleção por Cor já foi abordada junto com outras Ferramentas de seleção, neste vídeo, segue o link: https://youtu.be/H-UQ4I8-7aI



Para exemplicar seu uso temos a ilustração abaixo, nela temos um conjunto de balões. Queremos alterar a cor vermelha dos dois balões do lado esquerdo, com a Seleção por Cor conseguimos selecionar toda a cor vermelha com um clique.


Dê um clique na Ferramenta Seleção por Cor e depois clique em qualquer parte da cor vermeha em um dos balões. Observe que a seleção é aplicada nos dois balões em toda a extensão preenchida de vermelho.

Agora escolha uma cor diferente e com a Ferramenta Pincel aplique sobre a região selecionada. Como a presença da seleção limita a ação do Pincel a área selecionada você não precisa se preocupar em ser preciso na pintura.


A Ferramenta de Seleçã por Cor permite um trabalho limpo, rápido e elegante. Simples assim.




Introdução ao Editor de Vídeos Shotcut


Transcrição do vídeo: Introdução ao editor de vídeos Shotcut
Duração: 04:17


O Shotcut é um editor de vídeos livre, de código aberto e multi-plataforma, com versões para Windows, Linux e Mac OS.

A idéia de criar o editor surgiu em 2004 por Charlie Yates, segue o link do site do projeto: https://www.shotcutapp.com/

Desde de 2011 o Shotcut vem sendo desenvolvido por Dan Dennedy, que o reescreveu completamente. Tanto Charlie Yates quanto Dan Dennedy são co-fundadores do MLT, Media Lovin Toolkit, um framework multimída de código aberto, utilizado por várias aplicações, entre elas o Kdenlive e o Openshot, além é claro do Shotcut.

No site do projeto original você vai encontrar vários screenshots que ilustram um pouco a evolução do software, vale dar uma olhada, segue o link: https://web.archive.org/web/20050401015503/http://users.pandora.be/acp/shotcut/

Talvez a característica mais marcante do Shotcut seja a sua interface que assim com a do Lightworks difere da dos editores como o Kdenlive, Premiere e Vegas.



Na sua tela inicial encontramos uma Barra de Menus, uma Barra de Ferramentas e o player de vídeo, que ocupa praticamente toda a extensão da tela, ele serve tanto para a visualização dos arquivos fontes como dos que fazem parte do projeto.

As opções de Painel da Barra de Ferramentas são carregadas ao clicar no botão, assim podemos visualizá-los apenas quando necessário e manter o foco onde ele for mais importante.

A interface se ajusta rapidamente ao ser redimensionada, e os painéis podem ser removidos e encaixados em locais diferentes ou deixados em modo flutuante. Dois cliques na Barra de Títulos do painel fazem com que ele flutue ou volte a sua última posição de encaixe.

No site encontramos a relação dos atalhos e não existe ainda uma opção para personalizá-los diretamente no Shotcut. Link para a lista de atalhos: https://www.shotcutapp.com/howtos/keyboard-shortcuts/

Você pode personalizar temas e idiomas e realizar diversas configurações técnicas para o projeto. Eu tentei usar o processamento por GPU, um recurso experimental,  mas no meu caso não funcionou.

Para começar a editar basta carregar um vídeo teclando Ctrl+o, usando Menu Arquivo ou arrastando um vídeo para player.

Por padrão o vídeo não entra na playlist e se você carregar outro vídeo no player o anterior deixa de fazer parte do projeto, você pode então arrastar o vídeo do player para a playlist ou arrastar o vídeo diretamenta para a playlist. Observe que os vídeos recebem um número e para navegar pela playlist basta teclar o número correspondente do vídeo e para executá-lo teclar Enter.

Você pode usar os recursos de marcação In/Out para delimitar a parte do vídeo que deseja editar. Podemos fazer isso arrastando os marcadores em formato de triângulo no lado esquerdo da Timeline do player, representando o in e no lado direito representando o out. Podemos também usar os atalhos i(in) e o(out).

Para inserir o vídeo em uma Linha do Tempo, tecle v ou se a Timeline já estiver habilitada arraste o vídeo para ela. Observe que ao arrastar o vídeo a palavra Overwrite surge na Timeline, indicando a ação.

Com o vídeo na Timeline o player passa a exibir esse vídeo, daí você pode navegar por ele, as teclas de atalho "j", "k" e "l" funcionam como de costume, "k" para ou executa o vídeo, "j" volta o vídeo se apertado mais de uma vez a velocidade de execução é incrementada, e "l" avança o vídeo.

Para alternar entre o player entre o Source e o Projeto use a tecla Esc.

Para dividir um vídeo usamos o botão Split na Barra de Ferramentas da Timeline ou o atalho "s".

Você pode arrastar e inserir novos vídeos na Timeline e ordenando-os conforme a necessidade.

Para excluir um trecho de vídeo basta usar a telca "s" para dividir o clip, selecionar com um clique a parte que se quer excluir e teclar Delete, ou usar o botão com um sinal de "-" nas Ferramentas da Timeline. Esse mesmo princípio de seleção é usado para aplicar filtros.

Clique no botão Exportar para gerar o vídeo do projeto. No painel Export vc tem uma variedade bem grande de opções, além de poder refinar sua escolha. Eu escolhi youtube e mantive as configurações default de exportação. Ao clicar no botão Export File um painel chamado Jobs surge no lado direito da tela, ele informa o status de execução da exportação.

Com isso você já tem o básico para começar a editar seus vídeos usando o Shotcut





Processamento de Arquivos em Lote no Gimp


Transcrição do vídeo: Processamento de Arquivos em Lote no Gimp
Duração: 02:32


Usar o recurso de processar tarefas em lote no Gimp requer a instalação do conjunto de plugins Registry. Apesar de comum esse não é um recurso disponível nativamente.

Caso você ainda não tenha o plugin instalado basta no Ubuntu, Debian ou distros baseadas digitar no terminal:
sudo apt-get install gimp-plugin-registry

Se sua distro não for baseada no Debian busque como fazer a instalação no Google. Segue link da página do plugin:
http://registry.gimp.org/node/27656

Link das imagens usadas:
https://pixabay.com/en/dog-hybrid-crete-pet-animal-916099/
https://pixabay.com/en/cat-cat-face-sleep-exhausted-1551783/
https://pixabay.com/en/cheetah-big-cat-wildlife-1123143/
https://pixabay.com/en/lion-big-cat-predator-safari-515028/
https://pixabay.com/en/dog-yorkshire-terrier-lazy-dog-195877/



Temos uma pasta com 5 imagens nela vamos mudar o tamanho da imagem, o nome dos arquivos e a sua extensão. No caso da mudança de imagem entenda que para o resultado ser como o esperado todas as imagens devem ter o mesmo tamanho e mudar para um mesmo tamanho. Dito isso vamos ao procedimento.

Passo 01
Com o Gimp aberto dê um clique no Menu Filtros opção Batch e Batch Process. No diálogo na aba Input clique no botão Add Files para adicionar os arquivos que deseja alterar. Observe que o plugin faz várias modificações, mas neste vídeo vamos apenas mudar o tamanho, o nome e o tipo de arquivo das imagens.

Passo 02
Clique na Aba Resize, Check a opção Enable e clique na opção Absolute. Nossas imagens tem um tamanho de 1280x720, vamos mudar para 720x480. Então digite 720 em Width e 480 em Height. Na opção Fit escolha Exactly.

 Como desejamos manter os arquivo originais na pasta, vamos na aba Rename adicionar um prefixo e um sufixo ao nome dos arquvios, em Prefix digite 720 e em Postfix 480.

Na aba Output escolha a extensão do arquivo, vamos deixar como png. Clique no botão Start para iniciar o processo.

Passo 03
Quando o processo for concluído a mesagem "done" aparece na base do diálogo. Clique no botão Sair para fechar o diálogo.

Você pode realizar diversas operações combinadas, caso queira apenas mudar o tipo de arquivo por exemplo, basta carregar os arquivos na aba Input e na aba Output escolher a extensão desejada. Ao clicar em Start a conversão do tipo do arquivo é realizada.

Além de mudar nome, tamanho e extensão existem várias coisas que esse plugin pode fazer. Explore.





Permissões no LInux - O básico



Por ser um sistema multiusuário o gerenciamento de permissões visa garantir que os usuários tenham acesso apenas aos recursos que eles podem utilizar.

Então as permissões são formas de definir quem pode acessar arquivos e diretórios em seu sistema. O sistema de permissões usado no Linux é o que garante um sistema seguro e organizado.

Arquivos e diretórios tem 3 tipos de permissão:
r - Read(leitura)
w - Write(escrita)
x - Execute(executar)

Cada arquivo e diretório define seu controle de acesso por 3 classes:

User(usuário): é o proprietário do arquivo.
Group(grupo): pode conter vários usuários.
Others(outros): são todos os outros usuários.



Temos então o seguinte esquema de permissões:

Ao digitar ls -l, podemos ver na tela entre outras coisas o tipo do arquivo(d: para um diretório e -: para um arquivo) e suas permissões.


Modo Octal
O modo octal é o modo mais comum de se atribuir e modificar permissões de arquivos e diretórios, ele é baseado no seguinte esquema:

0 - Nenhuma permissão de acesso
1 - Permissão de execução
2 - Permissão de gravação
3 - Permissão de gravação e execução
4 - Permissão de leitura
5 - Permissão de leitura e execução
6 - Permissão de leitura e gravação
7 - Permissão de leitura, gravação e execução

Atribuimos as permissões da seguinte forma.

Permissão de execução, usamos 1.
Permissão de gravação, usamos 2.
Permissão de execução e gravação, usamos 3.
Permissão de leitura, usamos 4.
Permissão de leitura e execução, usamos 5.
Permissão de leitura e gravação, usamos 6.
Permissão de leitura, gravação e execução, usamos 7.

O comando utilizado para mudar as permissões de um arquivo é o chmod(Change mode).

Seu uso consiste em: chmod [opções] [permissões] [diretório/arquivo]

Então para mudarmos as permissões do arquivo "teste" para que todos possam ler, gravar e executar digitamos:
chmod 777 teste.

Vamos abordar exemplos e aplicações em outro post.





Usando o Gerenciador de Arquivos Ranger


Transcrição do vídeo: Usando o Ranger File Manger
Duração: 02:33


Em vídeos passados eu apresentei o Ranger, um gerenciador de arquivos para terminal. Neste vídeo vamos ver os comandos básicos para usar o Ranger no dia a dia.

Link para o site do Ranger: http://ranger.nongnu.org/

Para abrir o gerenciador basta digitar Ranger no terminal.

O Ranger sempre é aberto na sua pasta home e você pode usar as setas ou as teclas h, j, k e l para se movimentar.

Observe que temos 3 colunas, a coluna mais a esquerda é a sua home, a do centro é o conteúdo dela e a da direita exibe o conteúdo do local em foco.

Dependendo do tipo do arquivo ele é pré-visualizado na coluna à direita, ao receber o foco.



Um Enter sobre um arquivo é o camando para abrí-lo. O Ranger vai abrir os arquivos conforme as configurações do seu sistema, mas você pode determinar qual programa será responsável pela abertura de um arquivo específico. Por exemplo ao teclar Enter sobre um arquivo jpg, o Ranger vai abrí-lo no Feh que é o meu visualizador de imagens padrão, mas caso eu queira abrí-lo no Gimp basta sobre o arquivo teclar r, e na lista abaixo escolher o número correspondente ao programa desejado, no meu caso 1 que corresponde ao Gimp e teclar Enter.

Copiar, recortar e colar arquivos e diretórios são procedimentos que envolvem comandos simples.

O comando yy(yank) copia um arquivo ou diretório, para colá-lo usamos o comando pp(paste) se colarmos o arquvio ou diretório no mesmo lugar ou repetidas vezes, o Ranger coloca um "_" como prefixo desse arquivo ou diretório seguido de um número. Para recortar o comando é "dd", para colar o procedimento é o mesmo.

Para criar um diretório usamos o comando :mkdir, desta forma, os ":" funcionam ao estilo do modo de comandos do Vim. Para deletar um diretório ou arquivo usamos o comando :delete no item selecionado e teclamos y/n para concluir a ação.

Ao teclar "S" um Shell é aberto no local selecionado, assim podemos criar arquivos por exemplo. Para voltar ao gerenciador digitamos novamente Ranger e Enter em seguida.

Para sair do Ranger basta teclar q.

Com esse pequeno guia você consegue usar o Ranger de forma produtiva. Nem é preciso falar que existem muitas outras opções e comandos, não deixe de consultar o Man.




Criando o Efeito Low Poly no Inkscape


Transcrição do vídeo: Criando Low Poly no Inkscape
Duração: 03:59


Low poly é uma técnica de ilustração onde temos uma série de polígonos sobre uma imagem, que são coloridos com cores da imagem sobreposta. A técnica teve origem na criação de malhas 3d que quando em alta resolução dão impressão realista da forma, já em baixa resolução tem a aparência de polígonos sobre a forma, daí o nome Low Resolution Polygon.

Cria um efeito de Low Poly é bem simples, porém trabalhoso. Ele pode ser feito de várias formas. Vamos abordar duas neste vídeo.

Na primeira com a ferramenta Caneta Bézie desenhamos polígonos sobre a imagem base, depois preenchemos esse polígons com cor de fundo da imagem, nesta situação além do trabalho de colorir ainda temos que criar um a um os polígono da forma.



A seguna maneira consiste em criar pontos de marcação sobre a imagem, quanto mais pontos mais detalhado fica o resultado, depois das marcações criadas vamos usar a Extensão Diagrama Voronoi para ligar os pontos. Então é só preencher com o auxilio do Conta Gotas as polígonos criados.

Vamos ver em detalhes a segunda opção.

Segue o link da imagem usada: https://pixabay.com/en/apple-education-school-knowledge-256267/

Para organizar vamos trabalhar com camadas, uma para a maçã, chamada imagem e outra para os as marcações, chamada pontos.

Para este caso vou usar como marcação um círculo de cor azul sem contorno, vou duplicar por todo o contorno da imagem. Depois disso vamos aos detalhes da superfície da maçã, em cada grande variação de tonalidade vamos delimitar com os nossos círculos.

Esse processo vai se repetir por toda a imagem.

Quando concluir vamos ter diversas marcações sobre a imagem que quando ligadas dão origem à uma espécie de malha.

Para garantir o trabalho caso algo errado duplique a camada pontos, assim se o traçado não ficar agrável temos como recomeçar.

Nâo é necessário nem fica interessante ligar todos os pontos de uma vez, porque as linhas vão se cruzar e teremos que editar as ligações . Vamos então ligar os pontos em pequenos grupos de cada vez, assim fica mais fácil editar.

Fazemos isso selecionando os pontos que queremos com o auxílio da tecla Shift e clicamos no Menu Extensões opção Gerar do Caminho e por fim em Diagram Voronoi, no diálogo verifque se em Tipo de diagramação temos Triangulação Delaunay se o Modo visual das caixas delimitadores está como Automaticamente de Objetos Selecionaos, deixe marcada a opção Mostra a caixa delimitadora e se em Cores Triangulares temos Padrão. Com todas as opções corretas clique em Aplicar.

Como resultado o efeito é aplicado após um rápido processamento da Extensão, feche o diálogo.

Repita esse processo por toda a imagem e no final duplique a camada, demos a ela o nome de malha.

Quando a malha estiver pronta, vamos ocultar ou excluir os pontos, para fazer isso selecione um ponto azul e no menu Editar em Selecionar o mesmo escolha Preenchimento e Contorno, assim todos os pontos serão selecionados. Podemos então ocultá-los o que os deixa selecionávies ou excluí-los, essa vai ser a nossa opção, já que duplicamos a camada pontos.

Selecione toda a malha e tecle Ctrl+u para desagrupar.

Selecione um polígono, clique na ferramenta Conta-Gotas e dê um clique sobre a região selecionada, assim a cor do local do clique passa a servir de preenchimento do polígono, tecle Tab para saltar para o próximo polígono. Você deve ficar atento as tonalidades da sua imagem para manter a harmonia da forma escolhendo tonalidades mais claras ou escuras conforme a região.

Para terminar elimine o contorno dos polígonos.

Não existe certo ou errado, experimente tamanhos e formas variadas e veja é a melhor para o seu projeto.

Como o caule da maçã é um pedaço bem pequeno, acabei fazendo com a Caneta Bézier, caso alguma parte da imagem não fique coberta com os polígonos use a Caneta Bézier para completá-lo.





I3 Window Manager - Instalação e Primeiro Uso


Transcrição do vídeo: I3 Window Manager Instalação e Primeiro Uso
Duração: 04:23


Neste vídeo vamos mostrar a instalação e as configurações iniciais para o uso do gerenciador de janelas i3.

O i3 já foi aprensentado em um vídeo anterior, segue o link: https://youtu.be/5zFzLQOxytw.

O i3 é muito bem documentado, não deixe de consultar o manual para mairores detalhes.

Links:
Site do I3 - https://i3wm.org/
Documentação do I3 - https://i3wm.org/docs/
Cartão de Referência - https://i3wm.org/docs/refcard.html

Como sistema base usamos o Ubuntu com Xfce, o Xubuntu. A escolha do Ubuntu foi por ser um sistema popular e do Xfce para ter um melhor rendimento na máquina virtual.



O Xubuntu já é uma distro bem leve mas vamos em um terminal dar uma olhada melhor no seu desempenho. Instalei o htop para visualizar melhor, digite htop e tecle Enter. Observe que o consumo de recursos é minímo.

O i3 é bem pequeno e junto com ele vamos instalar o dmenu, um lançador de aplicações. O dmenu é fundamental para abrir de forma fácil os programas, já que não teremos menus e aplicativos como Gnome-do ou Synapse e similares não funcionam bem no i3.

Vamos no terminal digitar sudo apt-get install i3 dmenu e em seguida dar um Enter. O processo de download e instalação é bem rápido.

Quando terminar feche o terminal e encerre a sessão do Ubuntu.

Na tela de Login vamos escolher i3 clicando no ícone de sessão no canto superior direito, então entre no sistema como de costume.

Em primeira vista nada parece ter mudado, já que o papel de parede continua o mesmo, mas você deve ver no centro da tela um diálogo que informa que o i3 ainda não foi configurado, ele pergunta se você quer gerar o arquivo de configuração do i3, tecle Enter para confirmar.

A próxima tela do diálogo de configuração define a escolha da tecla modificadora, a tecla base dos atalhos do i3, que você gostaria de usar, o padrão é a tecla Win(super), mas você pode mudar para a tecla Alt. Tecle Enter para deixar a tecla Win como padrão.

Agora o i3 está inicialmente configurado, você deve ver uma Barra de Status na base da tela. As informações na Barra de Status podem ser ajustadas, veremos isso em outro vídeo.

Você deve ter em mente que o i3 é um Gerenciador de Janelas que não necessita do mouse para trabalhar, as aplicações que você vai usar podem precisar, mas o i3 não. Isso significa que você deve aprender alguns atalhos, eles são simples e não são muitos.

Para começar acesse o dmenu, você pode fazer isso teclando Super+d, o dmenu surge no topo da tela então basta digitar o nome do aplicativo que você quer usar. Vamos abrir o terminal, então começe digitando terminal e tecle Enter. Para fechar um aplicativo use o atatho Super+Shift+Q. Feche esse terminal.

O i3 já vem com um atalho pronto para o terminal, tecle Super+Enter para testar. Vamos abrir o htop e verificar o desempenho do sistema. Na minha máquina virtual temos menos da metade da memória usando pelo Xfce.

Na Barra de Status podemos ver que estamos na área de trabalho 1, o número 1 está em destaque no canto esquerdo. Para criar um novo ambiente basta digitar Super+2 e assim sucessivamente. Use o mesmo processo para alternar entre eles. Você também pode enviar uma janela de um ambiente para outro. Basta teclar Super+Shift+2 ou o número do ambiente desejado.

Vamos abrir no ambiente número 1 um terminal e o navegador, para isso tecle Super+Enter e acione o dmenu com Super+d e digite Firefox e tecle Enter.
Observe que por padrão as janelas abrem lado a lado, para deixar uma abaixo da outra tecle Super+E e para voltar ao lado a lado Super+E novamente.

O i3 usa um sistema de teclas parecido com o do Vim então quando lado a lado, usamos Super+j para mudar de uma janela para outra e quando uma em cima e outra em baixo tecle Super+l.

As janelas podem ficar maximizadas com seus títulos lado a lado ou em cascata, para maximizar lado a lado tecle Super+w, alterne entre elas usando Super+j. Já para deixá-las em cascata tecle Super+s e alterne entre elas usando Super+l.

Com isso você já consegue abrir e fechar janelas, organizá-las, criar, navegar e enviar janelas para outras áraes de trabalho.

Para sair do i3 tecle Super+Shift+e e confirme a saída.

Nos próximos vídeos vamos ver mais detalhes sobre os atalhos, cofigurações e aplicativos no i3.